Intercâmbio de negócios na Itália em 2026: gestão e empreendedorismo para adolescentes

Adolescentes que querem entender como o mundo dos negócios funciona de verdade precisam ir além das aulas tradicionais. O IBEM (Italian Business Excellence Management) é um programa de imersão executiva no ecossistema de luxo italiano, desenvolvido para estudantes do ensino médio que buscam contato direto com líderes de marcas globais, ainda antes de entrar na universidade.
O programa acontece no verão de 2026, na Itália, e combina aulas com professores de universidades como LUISS e Università Cattolica com visitas a empresas reais: Riva Yachts, Panerai e Casa Cipriani. Se você quer entender o que diferencia esse tipo de programa de negócios para adolescentes dos cursos de verão convencionais, este artigo detalha cada ponto.
O que é o programa IBEM e como ele funciona?
O IBEM não é uma escola de verão comum. A proposta é construir uma imersão boutique, de alto impacto, dentro do sistema italiano de luxo e negócios.
A estrutura foi pensada para fugir do modelo de grandes turmas, monitores e aulas expositivas. No lugar disso, o programa oferece vagas limitadas, professores com atuação executiva ativa e acesso direto a empresas do setor.
Os módulos cobrem quatro eixos principais:
- Fundamentos de negócios: como empresas operam, da estratégia ao posicionamento de mercado
- Empreendedorismo e liderança: como líderes tomam decisões e gerenciam equipes em ambientes dinâmicos
- Carreiras internacionais em negócios: como a área abre portas em diferentes setores e mercados globais
- Setores de imersão: indústria náutica, relojoaria, hotelaria e criação de campanhas de luxo
Ao contrário de programas focados apenas em teoria, o IBEM usa o ecossistema italiano como laboratório real. Os estudantes não estudam o luxo: eles observam como executivos moldam mercados, cultura e decisões estratégicas no dia a dia.
Quem são os professores do programa?
Esse é um dos pontos mais concretos do IBEM e merece atenção especial. O corpo docente é formado por profissionais que ainda atuam em posições executivas em grandes empresas.
Alberto Festa: direção comercial na Dolce & Gabbana
Alberto Festa é Diretor Comercial de Relógios e Joalheria na Dolce & Gabbana e professor adjunto da LUISS University desde 2008. Ao longo de mais de 25 anos de carreira internacional, atuou como Presidente para a América do Norte na Bulgari (LVMH), Diretor Geral EMEA na Loro Piana (LVMH) e CEO da Vhernier. Ele também atua como consultor estratégico para fundos de private equity e marcas de luxo em crescimento.
O diferencial de ter um executivo desse nível em sala é direto: os estudantes têm acesso a decisões reais, dilemas de gestão e estratégias de expansão que não aparecem em nenhum livro didático.
Giulia Durando: liderança e posicionamento de carreira
Giulia Durando lidera o Leadership Activation Lab dentro do programa. É Head of Talent Attraction and Employer Branding para o sul da Europa, Oriente Médio, Norte da África e Turquia na Dentsu, e Coach Certificada pela International Coaching Federation (ICF).
No laboratório de liderança, ela trabalha com os estudantes em:
- Comunicação executiva
- Estratégia de carreira e posicionamento pessoal
- Ferramentas de análise organizacional
- Desenvolvimento de liderança com impacto social
Corrado Del Fanti: marketing de luxo e indústria náutica
Professor adjunto da Università Cattolica del Sacro Cuore (Milão), da LUISS (Roma) e membro do corpo docente da Il Sole 24 Ore Business School, Corrado Del Fanti tem carreira em marketing e comunicação de luxo por marcas como Saatchi & Saatchi, Ferretti Yachts e Azimut Benetti. Ele traz para as aulas uma perspectiva que atravessa moda, automobilismo e a indústria de iates de alto padrão.
Debora Palazzini: excelência no varejo de luxo
Com 20 anos de experiência internacional no varejo de luxo e moda, Debora Palazzini atuou como Gerente Global de Treinamento na K-way, Gerente EMEA de Excelência no Varejo na Versace e consultora global de aprendizado e desenvolvimento na Texageres, em Paris. Ela também passou pela Luxottica e Marcolin. Sua contribuição no programa foca em como marcas de luxo treinam e desenvolvem pessoas para sustentar padrões de excelência em escala global.
Quais empresas os estudantes visitam durante o programa?

As visitas a empresas são parte central do IBEM, não atividades complementares. Cada visita foi escolhida para ilustrar na prática um conceito abordado em sala.
- Spring Studios: os estudantes conhecem como campanhas globais de luxo são concebidas, produzidas e lançadas, com acesso aos bastidores da direção criativa e ao modelo econômico da produção de conteúdo de alto padrão.
- Casa Cipriani: Arrigo Cipriani recebe os participantes pessoalmente para compartilhar sua jornada empreendedora à frente de um dos grupos de hotelaria de luxo mais reconhecidos do mundo. É uma janela direta para entender herança de marca, expansão global e consistência em hospitalidade premium.
- Riva Yachts: visita ao site de fabricação de iates ultraexclusivos. Os estudantes entendem como a manufatura italiana de excelência se traduz em posicionamento de luxo global, cobrindo desde a engenharia até a estratégia de preço e distribuição.
- Panerai: imersão na relojoaria de luxo, com foco em herança de marca, fabricação de precisão, desenvolvimento de produto e estratégia de distribuição global.
Esse modelo de acesso direto a empresas icônicas não é comum em programas para o ensino médio. Quem já pesquisou sobre programas de carreira para jovens sabe que a maioria oferece simulações ou estudos de caso. O IBEM oferece a empresa real.
Por que a Itália é o cenário certo para um programa de negócios?

A Itália é uma das economias mais complexas e criativas do mundo. O país abriga algumas das marcas de maior valor percebido em luxo, moda, automobilismo, gastronomia e design industrial. Não por acaso, grupos como LVMH, Kering e Richemont têm presença estratégica profunda no país.
Para um estudante que quer entender como marcas constroem reputação global, gerenciam operações em múltiplos mercados e mantêm coerência de identidade ao longo de décadas, a Itália oferece exemplos vivos em cada setor. A frase que abre o programa resume bem: "A Itália é um dos poucos países do mundo onde os empreendedores não apenas operam dentro da realidade; eles a moldam."
Além do conteúdo acadêmico e das visitas, a imersão cultural italiana agrega uma camada difícil de reproduzir em sala de aula. Negociação, hospitalidade, estética e atenção ao detalhe fazem parte do cotidiano do país de uma forma que influencia diretamente a forma como os negócios locais são conduzidos.
Quem já leu sobre como programas de verão formam jovens empreendedores entende que o contexto geográfico e cultural do programa importa tanto quanto o currículo.
O programa IBEM é diferente de outros programas de negócios para jovens?
Esse formato também tem impacto no networking. Quando um estudante de 16 ou 17 anos conversa com o Diretor Comercial da Dolce & Gabbana ou com o fundador da Casa Cipriani, ele não está fazendo uma visita escolar. Está construindo referências profissionais reais.
Para adolescentes que ainda estão avaliando qual caminho seguir, esse tipo de exposição antecipada pode ser mais decisivo do que qualquer palestra motivacional. Como mostra a comparação entre intercâmbio para adolescentes e o modelo High School, o tipo de programa faz diferença no desenvolvimento do estudante.
Quem pode participar do IBEM?
O programa é voltado para estudantes do ensino médio com perfil ambicioso e interesse genuíno em entender como o mundo dos negócios opera.
Os requisitos gerais incluem:
- Estar cursando o ensino médio
- Nível intermediário de inglês (o programa é conduzido em inglês)
- Motivação clara para atuar na área de negócios, empreendedorismo ou liderança
- Disponibilidade para o período de verão de 2026
O caráter seletivo do programa não é apenas sobre critérios técnicos. A proposta é reunir estudantes que levam o desenvolvimento profissional a sério, o que melhora a qualidade das discussões, visitas e networking para todos os participantes.
Quem pesquisa sobre programas de empreendedorismo para jovens em outros destinos, como o que acontece no Vale do Silício, vai notar que o perfil de estudante buscado é parecido: jovens prontos para sair da posição passiva de aluno e assumir uma postura ativa de aprendizado.
Como o programa impacta o currículo e a carreira do estudante?
Participar de um programa executivo desse nível antes da universidade tem implicações concretas para o currículo e para as escolhas acadêmicas futuras.
- No currículo: a participação em um programa com professores da LUISS, Università Cattolica e Il Sole 24 Ore Business School, associada a visitas e contato com empresas como Panerai, Riva Yachts e Dolce & Gabbana, é um diferencial tangível em processos seletivos de universidades e programas internacionais.
- Na escolha profissional: cerca de 95% dos estudantes que passam por imersões práticas voltam com clareza maior sobre qual área querem seguir. Esse dado reflete algo que qualquer orientador de carreira confirma: a teoria não substitui o contato real com profissionais e ambientes de trabalho.
- No desenvolvimento de soft skills: comunicação executiva, posicionamento pessoal, liderança situacional e análise organizacional são habilidades trabalhadas no programa que fazem diferença muito antes da vida universitária. Quem entende isso cedo tem vantagem. Essa perspectiva fica ainda mais clara quando se considera o mercado de trabalho pós-intercâmbio e como experiências internacionais são valorizadas por recrutadores.
FAQ: intercâmbio de negócios na Itália para adolescentes
- O IBEM exige experiência prévia em negócios? Não. O programa foi desenhado para estudantes do ensino médio sem formação prévia na área. O pré-requisito é interesse genuíno em negócios, empreendedorismo ou liderança, além de inglês intermediário.
- O inglês é suficiente para acompanhar as aulas e visitas? Sim. Todo o programa é conduzido em inglês. O nível intermediário é o mínimo recomendado para que o estudante consiga participar ativamente das discussões e interações com os professores e executivos.
- As visitas às empresas são apenas turísticas ou há interação real? As visitas têm caráter de imersão, não turístico. Em Casa Cipriani, por exemplo, o próprio Arrigo Cipriani recebe os estudantes para compartilhar sua trajetória empreendedora. Na Panerai e na Riva Yachts, o foco é entender estratégia de marca, produção e distribuição.
- O programa emite algum certificado ou documentação oficial? O IBEM é um programa executivo de imersão com corpo docente de universidades italianas reconhecidas. Informações específicas sobre certificação podem ser obtidas diretamente com a equipe responsável pelo programa.
- Qual é a diferença entre o IBEM e um curso de verão comum na Itália? A principal diferença está no acesso. Cursos de verão tradicionais costumam ter turmas grandes, professores apenas acadêmicos e visitas com caráter turístico. O IBEM tem vagas limitadas, professores com cargos executivos ativos e imersão real dentro de empresas do setor de luxo.
Be Easy
A Be Easy acompanha estudantes em cada etapa do processo, da escolha do programa certo até a chegada ao destino. Com mais de 17 anos de atuação e reconhecimento internacional pela qualidade dos serviços, a agência conecta adolescentes a programas como o IBEM com suporte completo para famílias e estudantes de diferentes países. Se você quer saber mais sobre como levar esse programa para a prática, entre em contato conosco!

