Top 8 países para fazer intercâmbio no exterior em 2026
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Escolher onde fazer intercâmbio vai além de simplesmente buscar um destino bonito. Você precisa considerar oportunidades de trabalho, custo de vida real, qualidade das instituições e possibilidades de carreira. Este guia apresenta os 8 melhores países para intercâmbio em 2026, com dados atualizados sobre salários, permissões de trabalho e informações práticas que realmente importam.
1. Alemanha: economia forte e custo de vida controlado
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A Alemanha lidera como destino estratégico para quem busca educação premium sem comprometer o orçamento. Com salário mínimo de €13,90 por hora desde janeiro de 2026 (aumento de 8,4% em relação ao ano anterior), o país oferece remuneração competitiva enquanto mantém custos até 23% menores que outros destinos europeus populares.
O que torna a Alemanha especial:
- Próximo reajuste salarial já previsto para €14,60/hora em janeiro de 2027
- Terceira maior economia mundial com mais de 2 milhões de vagas
- Universidades públicas gratuitas após programa preparatório
- Blue Card facilita residência permanente para profissionais qualificados
O mercado alemão valoriza profissionais em engenharia, TI e ciências. Estudantes podem trabalhar 120 dias completos ou 240 meios períodos anuais. As melhores universidades alemãs mantêm parcerias com empresas como TATA, Deloitte e Zalando, garantindo experiência prática durante a formação.
Importante: Para trabalhar legalmente na Alemanha, você precisa estar matriculado em Studienkolleg (preparatório universitário), Ausbildung (curso vocacional) ou graduação. Cursos básicos de idioma não permitem trabalho. O programa Estudar e Trabalhar na Alemanha oferece o caminho completo, do idioma até a universidade.
Quer entender melhor as oportunidades? Confira nosso guia completo sobre salários na Alemanha, com dados detalhados por setor e região.
2. Irlanda: hub europeu com segundo maior salário mínimo
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A Irlanda conquistou o posto de país com maior salário mínimo da Europa: €14,15 por hora em 2026. Isso representa aproximadamente R$ 14.400 mensais para jornada integral de 40 horas semanais. Para estudantes que trabalham 20 horas semanais, a renda média fica em torno de €1.132 mensais.
Diferenciais da Irlanda:
- Visto obtido na chegada, sem burocracia prévia para brasileiros
- Renovações sucessivas permitindo até 2 anos de estudo e trabalho
- Sedes europeias de Google, Facebook, Apple e Microsoft em Dublin
- Passagens para outros países europeus a partir de €10
Durante o período letivo (setembro a maio), você trabalha 20 horas semanais. Nas férias (junho a setembro e 15 de dezembro a 15 de janeiro), a carga aumenta para 40 horas semanais. Os setores que mais contratam estudantes internacionais são hospitalidade, varejo, atendimento ao cliente e tecnologia.
O programa Estudar e Trabalhar na Irlanda exige curso mínimo de 25 semanas. A combinação de salários elevados com processo menos burocrático que outros países europeus torna a Irlanda especialmente atrativa para primeiro intercâmbio.
3. Austrália: maior salário mínimo do mundo
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Com AUD$ 24,95 por hora, a Austrália mantém o maior salário mínimo global. Para uma jornada de 40 horas semanais, isso significa aproximadamente R$ 13.700 mensais. Estudantes que trabalham as 48 horas quinzenais permitidas durante o curso ganham cerca de AUD$ 2.394 mensais.
Por que a Austrália:
- Salários acima do mínimo para funções qualificadas
- Permissão de trabalho sem limite de horas durante férias acadêmicas
- Clima similar ao brasileiro facilita adaptação
- Pathways claros para residência permanente
Sydney concentra o maior mercado de trabalho mas também tem custo de vida mais alto. Melbourne oferece vida cultural intensa com boa empregabilidade. Brisbane combina clima tropical com custos reduzidos. Perth apresenta salários elevados e menor concorrência por vagas.
O programa Estudar e Trabalhar na Austrália inclui suporte para busca de emprego. Cursos devem ter duração mínima de 14 semanas, e o visto permite renovações para quem deseja estender a experiência.
4. Canadá: educação de excelência com imigração facilitada
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O Canadá investe 6% do PIB em educação, garantindo instituições com infraestrutura moderna onde 96% dos professores possuem mestrado ou doutorado. O salário mínimo varia entre províncias, com média de CAD$ 17,40 por hora (aproximadamente R$ 12.900 mensais para 40h semanais).
Vantagens do sistema canadense:
- Ontario e British Columbia pagam entre CAD$ 15,00 e CAD$ 19,00 por hora
- 85% dos estudantes internacionais conquistam emprego após graduação
- Post-Graduation Work Permit permite trabalho após conclusão do curso
- Programas específicos do governo para reter estudantes internacionais
O Canadá não permite trabalho com curso básico de idioma. Você precisa optar por Co-op programs (cursos profissionalizantes com metade do tempo em estágio remunerado) ou college público que dá direito ao work permit pós-graduação.
As melhores instituições canadenses como Humber College, Seneca e Douglas College mantêm parcerias com empresas líderes. O college privado com co-op é porta de entrada principal para residência permanente.
5. Nova Zelândia: terceiro maior salário com qualidade de vida
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A Nova Zelândia oferece NZ$ 23,50 por hora, terceiro maior salário mínimo mundial. Isso representa aproximadamente R$ 12.700 mensais para jornada integral. O diferencial está no equilíbrio: custos mais controlados que Austrália permitem economia maior durante o intercâmbio.
Destaques da Nova Zelândia:
- Melhor equilíbrio entre vida pessoal e profissional do mundo
- População extremamente acolhedora e multicultural
- Baixíssimo índice de criminalidade
- Natureza preservada com atividades ao ar livre o ano todo
Estudantes trabalham 20 horas semanais durante as aulas e tempo integral nas férias. Auckland concentra mais oportunidades de emprego, enquanto Wellington e Queenstown oferecem qualidade de vida superior com custos menores. O programa Estudar e Trabalhar na Nova Zelândia exige curso mínimo de 14 semanas.
As universidades neozelandesas incentivam pensamento independente e criatividade. O mercado aquecido em tecnologia, agricultura e turismo absorve bem profissionais internacionais, especialmente em áreas técnicas.
6. Espanha: cultura vibrante com múltiplas possibilidades
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A Espanha paga salário mínimo de €1.184 mensais distribuídos em 14 parcelas anuais (incluindo férias e Natal). O visto de estudante permite trabalho de 30 horas semanais com curso de idiomas ou profissionalizante.
Diferenciais da Espanha:
- Salário muito superior ao brasileiro (R$ 7.245 vs R$ 1.518)
- Espanhol é idioma oficial em 21 países
- Forte presença de empresas internacionais em Madrid e Barcelona
- Visto nômade digital permite trabalho remoto para empresas estrangeiras
O custo de vida varia significativamente entre regiões. Madrid e Barcelona são as mais caras do país, mas as cinco cidades espanholas mais caras ainda oferecem qualidade de vida superior. Valência, Sevilha e Granada custam 30 a 40% menos que a capital.
O programa Estudar e Trabalhar na Espanha permite aprimorar espanhol enquanto trabalha. Para nômades digitais, o visto específico exige renda mínima de €2.646 mensais.
7. Malta: sol mediterrâneo com inglês britânico
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Malta é o único país mediterrâneo com inglês como língua oficial. O salário mínimo de €996 mensais (€229,44 semanais) pode parecer modesto, mas o custo de vida 33% abaixo da média europeia compensa. Moradia custa 40 a 60% menos que Dublin ou Londres.
Por que escolher Malta:
- 300 dias de sol por ano
- País pequeno e extremamente seguro
- Acesso fácil a outros países europeus
- Comunidade estudantil internacional vibrante
O visto permite trabalho de 20 horas semanais com curso de 12 semanas ou mais. A maioria dos empregos está em hospitalidade, gaming online e atendimento ao cliente. O programa Estudar e Trabalhar em Malta combina custo acessível com inglês britânico de qualidade.
Malta funciona bem para quem busca primeiro contato com Europa sem gastar tanto quanto em Reino Unido ou Irlanda. A localização estratégica facilita viagens de final de semana para Itália, Grécia e Norte da África.
8. Dubai: isenção fiscal e segurança
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Dubai não possui salário mínimo fixado por lei. Cada empregador negocia diretamente com o funcionário. Estudantes ganham entre 3.000 e 10.000 AED mensais (R$ 4.300 a R$ 14.300), dependendo da qualificação e domínio do inglês.
Vantagem única de Dubai:
- Zero imposto de renda (você fica com 100% do salário)
- Segunda cidade mais segura do mundo para mulheres
- Hub de tecnologia com empresas como Google
- Processo de visto simplificado
A carta de trabalho é emitida pela escola após 6 semanas da chegada. O clima é extremo no verão (até 50°C), mas entre novembro e abril as temperaturas ficam agradáveis em torno de 29°C. Dubai Internet City e Dubai Knowledge Park concentram empresas de tecnologia.
O programa Estudar e Trabalhar nos Emirados Árabes oferece infraestrutura moderna e ambiente multicultural. A ausência de impostos sobre renda pessoal permite economia significativa em pouco tempo.
Como decidir entre os 8 destinos
A escolha do país ideal depende dos seus objetivos específicos. Analise cada aspecto com cuidado:
Para máxima economia durante intercâmbio:
- Austrália, Alemanha e Irlanda lideram em salários
- Malta oferece melhor relação custo-benefício na Europa
- Dubai permite guardar 100% do salário (sem impostos)
Para residência permanente:
- Canadá tem pathways mais claros através de colleges
- Alemanha facilita Blue Card para profissionais qualificados
- Austrália e Nova Zelândia oferecem processos estruturados
Para primeiro intercâmbio:
- Irlanda combina facilidade burocrática com bons salários
- Malta apresenta custos acessíveis e ambiente seguro
- Espanha permite imersão cultural com trabalho de 30h semanais
Para carreira em tecnologia:
- Alemanha tem forte mercado em TI e engenharia
- Irlanda hospeda sedes europeias de gigantes tech
- Dubai concentra empresas em hubs especializados
Considere também o idioma que deseja dominar. Inglês abre portas em Irlanda, Malta, Austrália, Nova Zelândia e Dubai. Alemão e espanhol são estratégicos para mercados específicos. O Canadá oferece ambiente bilíngue (inglês e francês).
Para quem busca universidade no exterior, Alemanha e Canadá lideram em excelência acadêmica. Se seu foco é aprender idioma rapidamente, países com forte imersão como Irlanda e Malta aceleram o processo. Estudantes de 14 a 18 anos podem optar pelo High School em diversos desses destinos.
Be Easy
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